sábado, 22 de março de 2008

Qual é a música?

No ano passado foi criado o Flash Pops, perfeito para testar sua memória auditiva, e seu conhecimento em cinema também, claro! O esquema é o seguinte: você dá play e tenta lembrar de onde conhece aquela música. Simples assim, o jogo conquistou os cinéfilos.

Daí surgiram várias outras vertentes, dos mesmos criadores do pioneiro, ou não. Um exemplo é o jogo que venho mostrar pra vocês:


No site NOSTALGIando você deve tentar descobrir os nomes dos desenhos animados cujas trilhas são tocadas. Me mandaram hoje de manhã um link, e agora à noite já tinha a 2a versão! As duas muito boas.
Pra jogar é só clicar nas imagens abaixo =)



Post meio menina que joga, néam?

terça-feira, 18 de março de 2008

per.nós.ti.co

adj pop Petulante, pretencioso; pronóstico.

Acho que nesse caso é aquele que não tem coragem de assumir o que diz diante dos outros. Que se acha superior para julgar mas não mostra a cara.
Eu falo de filmes, livros, revistas, sem me esconder, meu nome está por todos os lados nesse blog. As pessoas sabem como e onde me achar para concordar ou não comigo.

Todos tem a chance de dizer o que pensam, mas por favor. Mostre a cara.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Eu preciso inventar uma palavra para traduzir Wild sem ser "natureza selvagem". Me irritei com o número de vezes que o termo é utilizado nas legendas do longa dirigido por Sean Penn! Irritação besta, admito, mas não fui a única! Mas não vim aqui pra falar disso, e sim do filme por que afinal, estou devendo mil críticas e coisas do tipo para vocês. Então começemos:

Cris McCandless, recém formado na faculdade decide deixar tudo, absolutamente tudo para trás. Família, casa, nome e dinheiro para partir em busca de uma vida mais próxima do que ele considera como verdadeiro. No caminho conhece dezenas de pessoas que o ajudam em sua jornada ao Alaska. Nem todos entendem logo de cara o por que do guri estar fazendo tudo isso, mas depois de um tempo de convivência, as pessoas que o ajudam são ajudadas, e mudam também.

Existem duas formas de considerar se um filme é ou não Road Movie,e definitivamente Into The Wild (não vou usar o título em portugês, não é sonoro, fora que enjoei!) se enquadra nas duas maneiras. Uma delas diz que esse tipo de filme trata apenas de uma viagem por uma estrada, oceano ou o que quer que seja para o personagem ir de um ponto ao outro. Já a outra corrente é um pouco mais psicanalítica: o road movie é aquele em que o personagem central passa por uma vuagem interna, muda sua forma de pensar o mundo, se auto-analisa.

Até certo ponto do filme, os personagens que Cris, ou Alexander Supertramp, como passa a se chamar, encontra no caminho são muito mais interessantes e cativantes que ele. Cheio de ideais, Cris leva ao extremo suas crenças, abrindo mão de tudo que possa cercá-lo, que possa impedi-lo de ser real, puro, livre. As conversas que ele tem em que reitera essas idéias são um pouco massantes, mas aos poucos ele pára com o discurso e torna-se menos pentelho.

O filme é narrado pelo próprio Cris e por sua irmã, Carine. Esqueci de dizer que quando ele vai embora de casa não avisa ninguém, mesmo! Nem os pais, nem a irmã, que fica triste por ter sido deixada de lado. Durante seus dois anos de andanças, Alex não dá notícia alguma a seus parentes ou amigos.

Até pouco mais da metade do filme Sean Penn mostra planos maravilhosos dos Estados Unidos, cenas que você fica boquiaberto e com vontade de visitar as locações. Acho que deu muito trabalho produzir esse filme por que eles vão de norte a sul dos EUA, e não é mentira, Grand Cannion, Alaska, rios e mais dezenas de lugares afastados da civilização, que parece impossível acreditar que ainda existam em algum lugar. Fora eses planos fodas, a fotografia também está fantástica. Abaixo, uma das cenas em que a foto está fantástica (a qualidade não tá muito boa, mas vá lá!)

Emile Hirsch também está muito bom no papel principal, me impressiono com atores que conseguem passar por mudanças físicas bruscas, que foi o caso do Daniel de Oliveira para viver o Cazuza, e de Emile nesse filme. No final, o jovem está quase irreconhecível.

No fim das contas o filme vale o ingresso (principalmente na sessão popular do Bom Bril, onde eu vi, que custa R$4,00) apesar de ser cansativo, os planos lindos e a história do cara (fora o discurso repetitivo) são muito dignos!

Essa foto aí embaixo é do verdadeiro Cris/Alex. Sim! É uma história verídica! Muito louco!

sábado, 15 de março de 2008

Ludoviajando

Estava até agora no show do Ludov, o show foi FODA, e milhões de coisas passaram pela minha cabeça enquanto ouvia as músicas do Disco Paralelo, covers e algumas dos outros álbuns.
Uma delas foi que todos lá, mas principalmente a Vanessa Krongold tem uma senhoura presença de palco. Ela conversa com o público, e mostra todo um carinho por nós, e eu acho isso demais, nem toda banda é assim.
Essa semana mesmo meu amigo foi ao show do Interpol e ficou frustradíssimo, disse que parecia que a banda tocava pra eles mesmos. Cada um num canto. O Ludov não é nada assim! Além deles dividirem a música entre si, interagirem e até trocarem os instrumentos, eles dividem com a platéia.
A Vanessa parece que nasceu pra estar num palco, pra cantar, e eu morro de inveja. Eu queria saber cantar e/ou tocar algo pra subir no palco e me acabar: pular, esticar o microfone pra platéia, dançar... Ouvir outras pessoas cantando as minhas músicas, se esgoelando por algo que eu fiz.
Eu amo cinema, mesmo, mas acho que só no palco, no teatro, mas principalmente na música você pode ver o quanto o público gosta do que você faz, a resposta é imediata, e isso é lindo. Logo no início do show a vocalista tirou o retorno da orelha, depois explicou: Com o retorno eu só posso me ouvir, então resolvi tirar pra escutar vocês cantando. A Cat Power também fez algo parecido quano pediu pro público levantar das cadeiras e se aproximar do palco.
Eu queria fazer as pessoas sentirem, e no fundo ser músico é isso: você diz ou toca (literalmente) sentimentos.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Sexta feira, 9 da noite, o sono comendo solto. Posto às cegas da monitoria através do Google Docs. Sem chance de ver qualquer filme, escrevo sobre uma música. Eu já achava ela ótima, agora a primeira estrofe representa minha vida! Perfeitamente. Como meus followers do Twitter já estão cansados de saber, não agüento mais minha monitoria e quero muito um emprego. Essa semana achei que algo rolaria: 2 entrevistas em 3 dias parecia um sinal. Mas nada aconteceu. Minha amiga está empregada, (disputamos a mesma vaga numa dessas entrevista e ela se saiu melhor PARABÉNS JÚ) eu saí aos pulos comemorando com ela, que precisava/queria aquele (ou qualquer) emprego tanto quanto eu. Mas quando a hora de entrar aqui foi chegando, me bateu de novo o pânico "Chega, cansei, quero outro emprego" que tinha saído deste corpo. À tarde fiquei ouvindo Wonkavision com o Murilo e ouvimos a música tema deste post, e achei por bem mafragafar um pouquinho.

Pra ouvir a música clique AQUI e pra ler a letra AQUI. Vale lembrar que o quarteto (ou trio? nunca sei!) está lançando singles pra download grátis no site. O Ímpar Perfeito já tá na playlist, agora o novo Double Dealing ainda nem ouvi! Mas já vi o que seria a capa:

Repito: esse post é às cegas, talvez as imagens estejam muito grandes. Em casa arrumo!

Como disse no começo do post, eram 9 horas, agora são 9:30 e ainda não está totalmente pronto! PC bom não é?

E como diria o ratinho do Castelo Rá-Tim-Bum depois do banho: Agora acabou!

segunda-feira, 10 de março de 2008

você nunca vai lembrar, eu nunca vou esquecer

Alguém postou isso no Twitter, se não me engano foi a @cortielha e eu achei sensacional...

Esse post é um mero teste. Em breve voltarei com críticas e resenhas PROMETO!

domingo, 9 de março de 2008

Mimimi

Pro post ter mimimi até no título vocês devem estar assustados!
Já tem um tempo escrevi esse pseudo-poema, e sempre esqueço de postar aqui...
Tá rolando toda uma vergonha por que afinal, eu não divulgo os rarissimos poemas que eu escrevo... Sejam gentis nos comentários! haha

Ele usa Adidas / Eu uso All Star

Ele prefere verde, marrom e azul / Eu visto vermelho, branco e preto

Ele gosta de listras / Eu adoro bolinhas

Ele ouve Dylan e Cash / Escuto Ludov e Cat Power

Kubrick e Clint Eastwood são seus favoritos / Eu prefiro Hitchock e Burton

Ele ama chuva / Eu sol


Nos dias nublados vemos Fellini e dormimos ao som de Vanguart sob um cobertor xadrez *



* Não consegui manter o layout original do poema por que meio que não cabe =/